Gente, olha que inovação! Uma casa feita por uma impressora 3D foi instalada na praia do Guaiú, em Santa Cruz Cabrália, na Bahia. 🏖️
Com 57 m² de área útil, essa casa ‘pé na areia’ tem sala de estar integrada com cozinha, dois quartos, um banheiro, varanda e área de serviço externa. As paredes e parte dos móveis foram impressos com microconcreto. Super moderno, né?
De acordo com a Cosmos 3D, empresa responsável pelo projeto (uma parceria entre a construtora brasileira Katz Construções e a espanhola IT3D), foram necessários apenas oito dias para imprimir a casa inteira. 😲
Além disso, a casa é portátil e foi criada em Minas Gerais antes de ser transportada para a Bahia. Ela foi impressa no Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte, e suas 22 toneladas de peças pré-fabricadas foram levadas por caminhão até a região turística de Santa Cruz Cabrália.
O objetivo da companhia é explorar o potencial dessas casas ‘express’ para serem usadas como casas de temporada, que podem ser disponibilizadas em plataformas como o Airbnb. O fato de serem removíveis e poderem ser levadas a outros destinos facilita muito esse tipo de empreendimento.
O engenheiro Daniel Katz, fundador da Katz Construções e da Cosmos 3D, explica que as paredes levam dois dias para serem produzidas, um dia para o transporte e outros dois dias para a montagem da casa. Dependendo da preferência do cliente, o projeto pode levar de cinco dias a duas semanas para ficar pronto. Super rápido!
No caso do imóvel baiano, algumas paredes receberam reboco e pintura, enquanto outras mantiveram o estilo mais rústico da impressão. Toda a obra custou R$ 190 mil, sem contar o valor do terreno, que deve ser adquirido pelo interessado.
Segundo a Cosmos 3D, esse tipo de projeto é uma alternativa mais sustentável do que a construção tradicional em alvenaria, pois há uma redução de até 90% no desperdício de materiais, graças à alta precisão da impressora 3D. 🌱
Além disso, a construção é muito mais rápida, o que abre a possibilidade de aplicar esse modelo também na construção de moradias populares. Incrível, né?