Charlô: O Novo Restaurante em São Paulo que Mistura Brasil e França

Gente, se você curte uma boa gastronomia, precisa conhecer o novo Charlô, que agora está no hotel Pulso, em Pinheiros. O restaurante voltou com tudo, mantendo aquela vibe de bistrô com pratos clássicos brasileiros e uma clientela super chique.

Menu de Dar Água na Boca

No cardápio, você vai encontrar delícias como steak tartar, confit de pato e filé ao molho poivre. Mas também tem aquele toque italiano com nhoque à carbonara e linguini com frutos do mar. E claro, não poderia faltar o toque brasileiro com galinhada caipira, moqueca e bacalhoada. Para sobremesa, tem mil-folhas e cocada. É pra agradar todos os gostos!

Moqueca de peixe e camarão do Charlô – Murilo Mendes (750×1)

A História de Charlô Whately

Charlô Whately é uma figura e tanto. Ele largou uma carreira no mercado financeiro para se dedicar à cozinha nos anos 80, algo bem inusitado na época. Começou vendendo patês e bolos, depois abriu um pequeno restaurante e, com o tempo, montou uma empresa milionária de bufê para festas.

Charlô (à frente, de óculos) e sua equipe – Reprodução (750×1)

O Charme do Restaurateur

Charlô não é só um ótimo cozinheiro, ele é um excelente empresário. Sua simpatia e bom gosto o ajudaram a conquistar a burguesia paulista. Ele começou como cozinheiro, mas fez sucesso mesmo como restaurateur, uma função que exige habilidades diferentes.

Enquanto alguns chefs se dedicam exclusivamente à cozinha, outros, como Charlô, se tornam gestores de restaurantes. Exemplos internacionais incluem Alain Ducasse e Daniel Boulud, que começaram na cozinha e hoje gerenciam impérios gastronômicos.

Alain Ducasse – Reprodução (750×1)

Chefs e Restaurateurs

No Brasil, alguns chefs também se tornaram restaurateurs, como Claude Troisgros. Ele começou com um restaurante no Rio de Janeiro e hoje é a cara de várias casas, embora não passe tanto tempo na cozinha.

O chef Claude Troisgros – Divulgação (750×1)

O Papel do Restaurateur

Restaurateurs são essenciais para o sucesso de um restaurante. Eles concebem o espaço, ajustam a operação e recebem os clientes. Exemplos incluem Gero Fasano, Massimo Ferrari e Belarmino Iglesias, que continuam a ser fundamentais para seus restaurantes.

Massimo Ferrari: tradição entre os restauranters de São Paulo – Divulgação (750×1)

O que esses restaurateurs têm em comum? Eles não entram na cozinha para cozinhar. Seu talento está em gerir o restaurante e garantir que tudo funcione perfeitamente.

Uma vez, escrevi uma crítica sobre um restaurante nos Jardins. O dono concordou com minhas observações e demitiu o chef. Respondi que ele deveria se demitir, pois o sucesso do restaurante depende do proprietário. Sem uma boa gestão, demitir o chef não resolve.

Não é surpresa que o restaurante fechou poucos meses depois.

Fonte: https://www.uol.com.br/nossa/colunas/josimar-melo/2025/05/14/a-volta-do-charlo-e-a-pergunta-ha-diferenca-entre-chef-e-restaurateur.htm

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